Os anos passam por nós, e nós não lhes somos imunes. Vamos crescendo, vamos nos tornando mais adultos, mais maduros, mais conscientes.

Começamos a compreender que estamos cá somente de passagem. Começamos a compreender que não devemos tomar as coisas como garantidas. Começamos a descobrir quem é verdadeiro e quem só está connosco por interesse. Começamos a aceitar que mais vale ter pouco e ser feliz, do que atropelarmos meio mundo para alcançarmos a nossa felicidade. Começamos a estar mais conscientes do mundo que nos rodeia.

Esquecemos as aparências, os julgamentos, as críticas e as más línguas. Aprendemos a valorizar a essência. Aprendemos a apreciar o silêncio e a natureza. Enfim, mudámos.

É claro que isto não acontece com todas as pessoas, nem exatamente por esta ordem. É claro que somente uma minoria é que realmente aprende que é melhor viver em paz com o vizinho do que em guerra permanente. E não devemos sequer criticar ou pensar que nós crescemos e o outro não. Todos crescem, sem exceção.

No entanto, todos têm a liberdade de tomar as suas próprias decisões e seguir o caminho que mais lhes convém. Há quem prefira crescer num caminho de paz. E há quem prefira exatamente o oposto.

Nunca te arrependas de ser a pessoa que escolhe mostrar a sua essência, estender a mão ao próximo e regar um jardim de serenidade ao seu redor. Assim como cada um planta o que bem lhe apetece, cada um também colhe o que plantou.

Vou contar-te um segredo… Essas pessoas são as mais bonitas

Letícia Brito

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O MENINO E O TAMBOR

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