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Gazeta Paços de Ferreira

14/10/2026, 8:33 h

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Gulbenkian Aprender duplica número de alunos apoiados no Douro, Tâmega e Sousa

Educação Região

Iniciou o seu segundo ano de implementação

No primeiro ano, 127 dos 150 alunos abrangidos beneficiaram de mentoria e foram formados 22 técnicos locais para apoiar as famílias na promoção da parentalidade positiva.

 

O Programa Gulbenkian Aprender iniciou o seu segundo ano de implementação no Douro, Tâmega e Sousa, assinalando o reforço do acompanhamento de crianças e jovens da região, com o número de alunos apoiados a aumentar de 150 para 300 no ano letivo de 2026/2027.

 

O arranque deste novo ano foi assinalado no passado dia 10 de outubro, numa sessão realizada no Parque de Exposições de Paços de Ferreira, que contou com a presença da ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, e da administradora da Fundação Calouste Gulbenkian, Cristina Casalinho. 

 

Promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian, o programa é implementado no território pelo Instituto Empresarial do Tâmega, com o apoio estratégico da CIM do Tâmega e Sousa e em articulação com os municípios, os agrupamentos de escolas e outras entidades locais. Esta colaboração permite mobilizar recursos e competências do território em torno da promoção do sucesso escolar e da criação de melhores oportunidades educativas para crianças e jovens.

 

No segundo ano de implementação, o programa alarga as oportunidades de aprendizagem e desenvolvimento, com a criação de clubes de leitura e escrita e a realização de estágios para alunos do 11.º ano. Estas respostas juntam-se às medidas de mentoria e às experiências educativas, sociais e culturais, procurando desenvolver competências e proporcionar aos jovens novas ferramentas para o seu percurso escolar e pessoal.

 

No primeiro ano, 127 dos 150 alunos abrangidos beneficiaram de mentoria e foram formados 22 técnicos locais para apoiar as famílias na promoção da parentalidade positiva.

 

O programa proporcionou também experiências para além do contexto escolar, incluindo campos de férias, participação na Universidade Júnior e uma visita a Bragança para observação do eclipse solar, em parceria com a Ciência Viva. A intervenção abrange igualmente as famílias, através de apoios económicos nas áreas da educação, saúde e acesso à cultura, procurando reduzir dificuldades que possam condicionar o percurso escolar dos alunos.

 

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