23/05/2026, 9:12 h
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Desporto Opinião Pedro Queirós
DESPORTO
Por Pedro Queirós
Após ser eliminado pelo Benfica, voltou a Portugal para treinar precisamente o Benfica… conseguiu a proeza de não ganhar nada, ficar em terceiro lugar sem derrotas e estar fortemente associado ao Real Madrid.
Será que o plano tático é ultrapassado pela necessidade de um pulso firme e de alguém que não tenha nada a provar para limpar um balneário completamente partido?
Considero que Mourinho é a pessoa certa para meter este Benfica nos eixos, mas é difícil dizer que não a um clube com a grandeza do Real Madrid. Ainda assim, parece que o Benfica está sempre refém da vontade dos seus funcionários.
Mourinho já admitiu ter proposta de renovação e o Benfica vai esperar pela decisão do treinador; Otamendi também anunciou recentemente que não continua.
E agora? Irá o Benfica contratar três defesas centrais? A que preço? Vamos assistir a um all in?

É porque esta época, que agora termina, teve o maior investimento da história do Benfica, a contratação do melhor treinador português de sempre, eleições mais participadas de sempre, que mantiveram Rui Costa no cargo sem se saber muito bem com que projeto, e um apontar de dedo para todo o lado para, no final, a culpa morrer solteira e estar um clube à deriva.
É notório que o problema está na direção, na liderança de departamentos (a gestão do caso Prestianni foi um desastre) e na preparação das últimas épocas, com dois treinadores em claro fim de linha a prepararem a época e a serem despedidos em Setembro.
Mourinho foi trunfo eleitoral, mas uma escolha acertada para devolver o clube ao caminho certo, mas foi apanhado no meio de uma tempestade em Madrid, onde para além de ser necessário para o mesmo tipo de trabalho, terá bolsos mais fundos e conta com um passado que lhe dá alguns créditos.
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