24/01/2026, 0:00 h
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OPINIÃO POLÍTICA
Por Catarina Moreira (Militante do PCP)
A uma semana das eleições presidenciais, a candidatura de António Filipe cresce e ganha força! Afirma-se como candidatura necessária e insubstituível quando se fala em defender os direitos do povo e os valores de Abril.
O início de 2026 marcou-se pelo aumento generalizado dos preços, e a verdade é que o aumento dos salários e pensões não acompanham o aumento do custo de vida, o que leva os portugueses a enfrentar uma diminuição do poder de compra. Em contraste com as crescentes dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores e pelo povo, os lucros dos grandes grupos económicos continuam a aumentar, atingindo nos primeiros seis meses de 2025, 29,7 milhões de euros por dia.
É fruto destas injustiças e desigualdades que surge a necessidade de uma candidatura que afirme, sem medo, que é necessário um novo rumo para o país.
No entanto, não é função do Presidente da República governar, mas sim defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa (CRP).
O direito à segurança social, à saúde, à habitação e ao ensino, direitos consagrados pela CRP, são todos eles pilares da candidatura de António Filipe. Foi resultado da heroica revolução de Abril de 1974 que se consagraram tais direitos. Hoje, mais do que nunca, é importante alertar para as ameaças e ataques que tais conquistas têm sido alvo e denunciar os perigos que podem decorrer de eventuais revisões da Lei Fundamental.

A candidatura de António Filipe é a candidatura de todos aqueles que acreditam que Abril está vivo e que tem futuro no nosso país. É a candidatura que reflete e dá expressão à realidade de milhões de portugueses e que traz esperança de que é possível viver melhor em Portugal.
Desde cedo que António Filipe se mostrou do lado dos trabalhadores, defendendo o aumento dos salários, a valorização das carreiras e das profissões, a dignificação do trabalho e a rejeição do pacote laboral. Foi este o candidato que esteve, ao lado dos trabalhadores, na grandiosa demonstração de luta e resistência que foi a greve geral do passado dia 11 de dezembro.
Mas votar em António Filipe não é só defender os interesses dos trabalhadores. É também defender os interesses da juventude e dos que ainda estão para vir. É defender o direito ao tempo para viver, o direito à cultura e ao desporto, ao ensino público, gratuito, democrático e de qualidade em todos os graus de ensino.
Nos últimos anos, tem sido o voto que cede ao medo e à chantagem do voto útil, que tem permitido o degradamento das condições de vida no nosso país e o avanço da direita e da extrema-direita. Votar com medo é, inevitavelmente, abdicar do direito ao voto.
Por Abril, por Portugal, dia 18 de janeiro, vota sem medo, vota António Filipe!
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