15/02/2026, 0:00 h
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Opinião Opinião Politica Partido Social Democrata
OPINIÃO POLÍTICA
Por Alexandre Costa (Presidente da Comissão Concelhia de Paços de Ferreira do Partido Social Democrata)
Durante décadas, o concelho cresceu porque investiu. Na década de 90, com Arménio Pereira a abertura da Via do Poder Local, e no início dos anos 2000, com Pedro Pinto a Via Panorâmica e as variantes Oeste e Leste, Paços de Ferreira criou novas acessibilidades sobre as quais se foram consolidando zonas industriais, áreas empresariais e ligações entre freguesias. Foi assim que o concelho cresceu, com estradas primeiro e desenvolvimento depois.
Desde então, esse ciclo foi interrompido. Novas variantes não avançam, como o defendido pelo PSD, Eixo Sousa- Ave, ou mesmo as anteriormente projetadas, como a ligação da Panorâmica a Variante Leste, entre Eiriz e Raimonda, não foram concluídas, e o concelho deixou de preparar o território para crescer. Durante doze anos, com Paulo Ferreira não surgiu uma única via estruturante, apesar de a atividade industrial continuar a depender, cada vez mais, da mobilidade rodoviária.

Hoje, a falta de planeamento começa a ter consequências claras. Os investimentos concentram se junto destas vias e das zonas industriais criadas no passado, porque é aí que ainda se consegue chegar.
E se não houver novos projetos agora, que futuro estamos a preparar?
O desafio que o concelho enfrenta é simples, mas exigente, preparar o território para crescer, com mobilidade, formação, tecnologia e inovação a caminhar em conjunto. As infraestruturas rodoviárias fazem parte dessa estratégia, como condição necessária para ligar pessoas, empresas e oportunidades. É este o caminho que o PSD defende, com visão, prioridade e execução, porque um concelho que não se mexe fica para trás.
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