24/01/2026, 0:00 h
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OPINIÃO POLÍTICA
Por Tiago Silva (Membro do Comissão Concelhia de Paços de Ferreira do Partido Socialista)
Estamos a poucos dias das eleições presidenciais e, após o ciclo de debates, o cenário clarificou-se. Se a política é feita de momentos, esta campanha foi marcada por méritos e deméritos, que não podemos ignorar.
Luís Marques Mendes foi o primeiro a perder fôlego. O que parecia uma candidatura sólida esvaziou-se num discurso sem chama, agravado pela troca de acusações com Gouveia e Melo.
O Almirante, por sua vez, também não beneficiou dos debates; a sua postura rígida não traduziu a sensibilidade política que o cargo exige.

À direita, André Ventura mantém o registo de sempre: a promessa de que mudará o mundo, agora a partir de Belém, repetindo a retórica das últimas legislativas que, embora ruidosa, oferece poucas garantias de estabilidade e sensatez.
Surge então Cotrim de Figueiredo, que se impôs como o substituto forçado de Marques Mendes. Com um discurso moderado e o apoio de camadas jovens, Cotrim trouxe frescura à direita, mas parece ainda um projeto em construção.
É neste contexto que sobressai, com cada vez mais força nas sondagens, a figura de António José Seguro. É ele quem colherá o meu voto. Seguro apresenta a idoneidade, a postura e a preponderância que o cargo de Presidente da República exige. Num tempo de incertezas, ele é o rosto da ponderação.
A prova do seu valor é o silêncio da oposição: pouco ou nada lhe conseguem apontar, ao contrário do que acontece com os restantes candidatos. Seguro é quem dá mais garantias ao país. Acredito que os portugueses, na hora de decidir, preferirão o perfil de um verdadeiro Estado face ao ruído mediático, ou seja, votarão António José Seguro para 21.º Presidente da República Portuguesa.
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